CASO COOPER
Hoje em dia, falar em abduções por UFOs acaba implicando em histórias sinistras envolvendo acordos secretos de governos com alienígenas, digna do mais estranho episódio da série de TV Arquivo X (The X Files).
Os trechos que se seguem talvez constituam o mais fantástico relato envolvendo extraterrestres, governos, governos ocultos e conspirações. A fonte das informações é um homem chamado Milton William Cooper, ex militar, ex membro da Inteligência Naval Americana.
Cooper vem, desde meados da década de 80, divulgando informações de documentos secretos aos quais teve acesso durante a época em que trabalhou na Inteligência Naval. Suas motivações são os seus próprios princípios, a crença na verdade, achar que está fazendo o que é certo.
Naquela época os Estados Unidos tinham a melhor economia, a tecnologia mais avançada, o mais alto padrão de vida, exerciam a maior influência e reuniam as maiores e mais poderosas forças militares da história.
Este era o cenário montado quando a elite informada do governo americano se deparou com as notícias de que uma nave alienígena, pilotada por seres parecidos com insetos e com uma cultura inteiramente incompreensível, havia caído no deserto do Novo México. Entre janeiro de 1947 e dezembro de 1952 ocorreram pelo menos 16 acidentes com naves e recolheram-se 65 corpos, pelo menos um deles com vida. Dos dezesseis, 13 aconteceram dentro das fronteiras americanas, isto sem incluir uma nave que se desintegrou no ar.
Desses 13, um ocorreu no Arizona, onze aconteceram no Novo México e o último em Nevada. Em 13 de fevereiro de 1948 uma nave foi encontrada em um planalto próximo a Azteca, Novo México. Uma outra nave foi localizada em White Sands Proving Ground, no dia 25 de março de 1948. Elas possuíam um diâmetro de 100 pés. Um total de dezessete corpos de alienígenas foi resgatado dessas duas naves.
Também foram encontrados no interior delas (e isto foi muito significativo) um grande número de pedaços de corpos humanos. Um grupo especial da elite científica americana foi organizado sob o nome de Projeto Sign (1947).
O Projeto Sign originou o Projeto Grudge em dezembro de 1948. Sob o Grudge formou-se um novo projeto, chamado Livro Azul, com objetivos claros de desinformar o grande público.
Durante esses primeiros anos a Força Aérea Americana e a CIA exerceram um controle completo do "Segredo dos Aliens". De fato, a CIA teria sido criada através de uma ordem presidencial executiva, com o nome de Grupo Central de Inteligência (CIG) com o propósito expresso de lidar com a presença alienígena.
Mais tarde o National Security Act estabeleceu este grupo como Agência Central de Inteligência. O alien vivo que foi encontrado no deserto na época do acidente em Roswell foi chamado de EBE.
Este nome foi sugerido pelo Dr. Vannevar Bush e consiste de uma abreviação para Entidade Biológica Extraterrestre. EBE tinha tendência a mentir e durante mais de um ano teria dado informações incorretas. O quadro só viria a mudar a partir do segundo ano da sua captura.
A partir daí, suas informações foram consideradas, no mínimo, impressionantes, e foram reunidas num documento que mais tarde viria a constituir o Livro Amarelo.
No final de 1951 EBE adoeceu. As equipes médicas foram incapazes de determinar as causas de sua doença e não tinham qualquer subsídio para pesquisar. Diversos especialistas foram reunidos para diagnosticar sua doença. Estes especialistas incluíam médicos, botânicos e até mesmo entmologistas.
Um botânico de nome Dr. Guillermo Mendoza parece ter sido o cientista mais bem sucedido em cuidar do ser, tendo conseguido mantê-lo vivo até o dia 2 de junho de 1952, quando ele finalmente morreu. Após este incidente Mendoza tornou-se um expert na biologia de pelo menos essa espécie de alien.
O filme E.T. abordaria alguns aspectos da doença de EBE. O presidente Truman criou a super secreta Agência de Segurança Nacional (NSA) através de uma ordem executiva em 4 de novembro de 1952.
Seu propósito primário era o de decifrar as comunicações alienígenas, compreender sua linguagem e estabelecer um diálogo com os extraterrestres.
A tarefa mais urgente era a continuação dos esforços iniciais. No início de 1953, Eisenhower tornou-se presidente dos Estados Unidos. Durante seu primeiro ano de governo pelo menos mais 10 naves caíram e foram resgatados 26 alienígenas, sendo 4 deles vivos. Desses dez acidentes, 4 foram no Arizona, um no Novo México, um na Louisiana, um em Montana e o último na África do Sul.
Houve centenas de avistamentos nesse ano. Eisenhower sabia que tinha de lidar de alguma forma com o problema dos aliens. Não era sua intenção revelar esses segredos para o Congresso.
Foi quando ele decidiu chamar seu amigo Nelson Rockefeller, para, juntos, planejarem a estrutura secreta da supervisão dos assuntos relacionados aos extraterrestres. Nascia aí o projeto Majesty-12 (MJ-12).
Em 1953 astrônomos descobriram grandes objetos no espaço movendo-se em direção da Terra. Primeiro imaginou-se que seriam asteróides. Mais tarde provou-se que os objetos não poderiam ser nada além de naves.
O Projeto Sigma (um outro projeto, de 1952, que pesquisava e enviava sinais pelo espaço, tentando uma eventual comunicação) interceptou comunicações de rádio alienígenas.
Quando esses objetos alcançaram a Terra eles assumiram uma órbita geossincrônica na altura da Linha do Equador. Haviam diversas naves e suas intenções eram desconhecidas.
O Projeto Sigma e um novo projeto, PLATO, que pesquisava comunicações de rádio usando linguagem binária, foram capazes de estabelecer uma comunicação, e um pouso foi negociado. O Projeto PLATO foi encarregado de estabelecer relações diplomáticas com essa raça de extraterrestres.
Na época um hóspede foi deixado na Terra como prova de boa vontade e garantia de que um tratado seria formalizado. Nesse meio tempo uma raça de humanóides pousou numa base aérea da Flórida e teve sucesso em comunicar-se com o governo.
Estes novos seres alertaram o governo à respeito da raça que estava orbitando o Equador e ofereceu auxílio a nosso desenvolvimento espiritual. Estabeleceram ainda a destruição dos arsenais nucleares como condição para negociação.
Recusaram-se a passar conhecimentos tecnológicos, uma vez que ainda éramos espiritualmente incapazes de administrar a tecnologia que já possuíamos.
Além disso ficou estabelecido que eles não fariam tratados com nenhuma outra nação.
Os extraterrestres também poderiam abduzir seres humanos durante um período limitado, com o propósito de fazer exames médicos e monitorar o nosso desenvolvimento, ficando estipulado que os humanos não sofreriam qualquer dano e seriam devolvidos ao seu ponto de abdução, sem terem qualquer recordação do evento, e que comprometer-se-iam a fornecer ao Majesty-12 uma lista com todos os nomes de pessoas abduzidas e/ou contatadas, com uma regularidade a ser estabelecida.
Concordou-se que cada nação receberia o embaixador da outra tanto quanto fosse o tempo de vigor do tratado. Concordou-se, também, que a nação alienígena e os Estados Unidos trocariam 16 pessoas, "com o propósito de aprendermos um com o outro".
Os alienígenas convidados permaneceriam na Terra, enquanto os humanos viajariam para o ponto de origem dos aliens por um período específico de tempo, retornando em seguida e realizando-se nova troca. Ficou também acertado que bases subterrâneas seriam construídas para uso dos visitantes e que duas outras bases seriam construídas para utilização em conjunto.
Nesses locais haveria a troca de tecnologia. Os locais escolhidos seriam as reservas indígenas nas áreas de Utah, Colorado, Novo México e Arizona, e que uma outra seria construída na área conhecida como Dreamland (área 51)."
O relato de Cooper é extenso. Vem até quase os nossos dias. Realidade fantástica, ficção? Suas revelações nos surpreendem quando falam de bases secretas na lua construídas em 1962, pouso tripulado em Marte há mais de 20 anos, acordos com a antiga União Soviética, correlações com o assassinato de Kennedy, o fim do comunismo e diversos outros assuntos. Realidade tão fantástica quanto as supostas gravações dos avistamentos feitos por astronautas de diversas missões espaciais.