BÚZIOS
Extraterrestres deixam mensagens em Búzios
Lafayette Cyriaco
São muitos os motivos que levam a crer que os extraterrestres nos têm visitado desde épocas imemoriais.
Para isto comprovar, são inúmeras as evidências encontradas nas pinturas rupestres, em registros bíblicos, em gravuras antigas e nos mais diversos pontos.
Essas presenças permearam longos períodos de tempo. Talvez pelo fato de essas vindas decorrerem de um planejamento, que inclui visitas a muitos outros sistemas, inclusive o nosso. É o que pude depreender, a julgar pelos termos do documento, que ilustra este artigo, entregue por uma mensageira dos extraterrestres.
Nessa mensagem encontramos sinais com características de línguas já extintas há muitos séculos.
Os fatos se deram em junho de 1991. Recebi uma solicitação para ir a cidade de Armação de Búzios, no Estado do Rio de Janeiro, por recomendação de pessoa amiga, convite esse feito pela proprietária do local, a condessa italiana, Paola Monti, onde estavam acontecendo fatos que seriam ligados à descida de OVNI, inclusive com a presença de Ets.
Todos os avistamentos eram testemunhados pelo caseiro da propriedade, Sr Messias, sendo que uns com a participação de um outro caseiro de uma residência vizinha. Durante várias noites permanecemos eu e um amigo também estudioso de ufologia, Ailton Moraes, até altas horas da madrugada, sem ter avistado qualquer nave e seus tripulantes.
Isto, entretanto, não invalidou as descrições feitas pelo caseiro Messias, pois as julguei verossímeis, ainda que pudessem parecer fantasiosas ou fruto da imaginação de pessoa influenciada por filmes de ficção de natureza ufológica. Em princípio tudo levou assim a crer.
A Sra. Paola revelou-se que certa noite avistou, junto com o seu caseiro, a aproximação de uma luz muito brilhante, que se dirigia para o local onde eles estavam.
A residência dela fica em uma elevação, numa espécie de penhasco, junto ao mar. Essa luz desapareceu exatamente no mar, nas proximidades de sua casa.
De antemão deduzi que aquele local era um ponto de entrada e permanência das naves no fundo do oceano, junto a sua propriedade. Disse-me o Messias que certa madrugada, estava conversando com o amigo também caseiro, quando viram um foco de luz projetado junto a um pequeno arbusto no jardim.
Desse foco surgiram, como materializados, três figuras humanas, com aparência de ser. Uma do sexo masculino, outra do sexo feminino e uma outra bem pequenina, aparentemente um robô. Aproximaram-se da varanda onde eles estavam.
O tipo parecido com um robô, abeirou-se da varanda envidraçada, tentou subir os degraus e quase caiu. Apoiou-se no vidro blindado, porém tomou um choque tão grande que o fez desistir de fazer outra investida.
Nessa mesma noite, o pequenino autômato fez várias perfurações no gramado do jardim com uma vareta, sendo que todas as vezes que a introduzia na terra acendia uma luzinha na ponta da haste.
Disse-me, também, que o ser maior, com aproximadamente 1,80m, tentou entrar pela porta de vidro blindado, no que foi dissuadido pelo Messias, que empunhou uma espingarda do seu padrão, fazendo com que o ser, rogando-lhe que não atirasse, rapidamente se afastasse.
Nessa madrugada eles retornaram ao local de onde tinham vindo, desaparecendo através da coluna de luz, da mesma forma como vieram. 'A propósito de o pequeno robô tomar sempre a frente na exploração de um local desconhecido, rastreando o terreno, resulta do fato de os ETs não quererem se arriscar, porque poderiam cair em alguma armadilha, principalmente eletrônica.
O amigo Ailton Moraes, certa feita, submetido a uma hipnose regressiva, assistiu a uma "visita" que recebi em minha casa, quando três seres lá estiveram com a intenção de diminuir as dores na minha coluna. Um deles, o maior, não tocava em nenhum objeto.
Para folhear um livro que estava sobre minha mesa não usava as suas mãos. Bastava olhar para a folha e ela virava automaticamente.
O pequeno robô, entretanto, não sossegava, mexia em tudo sofregamente, parecendo estar procurando localizar algum aparelho como, gravador ou um detector qualquer. Segundo o Messias, foram muitas as visitas empreendidas pelos ETs.
Certa ocasião, disse-me que o extraterrestre de maior estatura se aproximou da varanda, local onde Messias sempre se refugiava. Nesse cômodo a proprietária tinha uma série de pequenos objetos feitos de cobre, colocados em uma prateleira junto de uma parede de vidro.
O ET nessa madrugada apontou várias vezes para esses adornos insistentemente, dando a entender, através de lamentos, que se interessava por eles. Não sabemos se esse interesse era pelo material de que eram feitos ou por outra razão qualquer. Na primeira noite em que Messias pôde testemunhar os fatos, entreabriu a porta de vidro e manteve um pequeno diálogo com o ser, segundo ele, mentalmente.
Messias disse-lhe que iria comunicar-se com sua patroa, a fim de cientificá-la do que estava ocorrendo. Durante mais de três horas, naquela madrugada, manteve uma conversação, por telefone, com dona Paola, no Rio de Janeiro. Não obstante, disse-me ela que estranhamente nunca apareceu em sua conta telefônica esse interurbano, por razões muito misteriosas.
Outro fato marcante testemunhado por todos, aconteceu quando uma equipe técnica e um apresentador da TV-Record, estiveram lá para entrevistar o Messias e D. Paola.
Quando foram ligados os equipamentos de iluminação, simplesmente não funcionaram, como se estivesse faltando energia, embora houvesse no restante da casa. Somente depois de longo tempo se restabeleceu a luz, e se pôde realizar a gravação. Todos os presentes ficaram pasmos com o acontecido.
Mas, o fato mais intrigante, que ocorreu naqueles dias, deu-se quando o Messias atendeu, cerca de 24 horas, a campainha do pórtico da propriedade. Tratava-se de uma misteriosa figura feminina, da qual ele não conseguiu gravar a fisionomia, que lhe entregou um papel, sem explicar de que provinha ou do que se tratava.
Esse bilhete estava escrito em um papel azul, aproximadamente com as dimensões de 10 por 16 centímetros. Nele haviam sido escritas palavras com caracteres desconhecidos.
Uma cópia foi-me entregue por D. Paola, para que eu tentasse decifrá-lo. Impossibilitado de atender ao pedido, enviei-o a uma pessoa estudiosa de linguas mortas ou extintas, renomado etnógrafo e professor residente em Brasília. Prontamente atendeu à minha solicitação.
Para maior surpresa, tinha nexo o que se podia ver naquele papel, pois ali era transmitida uma pequena mensagem muito significativa, sobre as atitudes tomadas por Messias, muito compreensivas para o momento e um tanto ou quanto até agressivas, considerando-se que lá liam-se que as intenções dos ETs eram de Paz.
Disse-me, portanto, o nosso amigo etnógrafo o seguinte: "A mensagem é uma escrita fonética, com sinais gráficos da lingua russa (a maioria), reproduzidos da lingua grega por S.Cirilo, no século IX, para a lingua búlgara, que era falada, mas não escrita, como as demais linguas eslavas.
Há, somente, três sinais gráficos que não são usados na língua russa a palavra "vadejol" (viajor), parece que é um neologismo dos extraterrenos para designar o viajor interplanetário o viajante extraterreno usou esses fonemas (muitas vezes sacados do inconsciente das pessoas com as quais se relacionou), para expressar o seu pensamento nas linguas russa e portuguesa e, também, na lingua universal que resulta de uma mistura de raízes e afixos das linguas mais importantes dos homens (sânscrito, grego e latim), e dos "anjos" (vide Gên. 16, 7-12, Is. 6,2-9). Passemos, então, para análise do texto.
Então a mensagem é esta: "COMO PACÍFICO VIAJOR EXTRATERRENO (fica subentendido a palavra venho). INTENÇÕES MALÉFICAS NÃO TENHO DESCULPE (justifico)".
Deduz-se daí que a utilização por parte dos extraterrestres de uma mistura de línguas com origens afins, mas de forma um tanto ou quanto esdrúxulas, revela que eles conheceram esses idiomas quando aqui estiveram pela última vez.
Mantiveram, há muitos anos, contato com civilizações que falavam línguas eslavas bem rudimentares, e por certo, não guardaram na memória o uso correto desses idiomas.
Deixei de transcrever todo o trabalho de decifração do texto, por ser ele muito extenso. Fica a disposição de nossos leitores, que poderão recebê-lo na integra se assim o desejarem. De minha parte, analisei e refleti exaustivamente sobre tudo que me foi apresentado pelas testemunhas dos fatos ocorridos em Búzios.
Examinei, também o caráter do Messias, sem partipris, e conclui de que se trata de pessoa integral que merece toda confiança, embora seja um tanto simplória.
Ele não teria qualquer motivo para forjar tais acontecimentos. Aquela região onde se deram os avistamentos aqui narrados é fértil em fenômenos ufológicos.
Juntamente com as cidades de Macaé e Casemiro de Abreu, forma um triângulo perfeito. Dentro desse misterioso polígono ocorrem quedas de aviões, helicópteros, desaparecimentos inexplicáveis de pessoas, sem que deixem quaisquer vestígios. Sobre este tema iremos apresentar um trabalho em um de nossos próximos Boletins.
Em sua edição de Setembro/Outubro de 1993, a revista Incrível, da Editora Bloch, abordou o assunto focalizado neste artigo, merecendo destaque além do triângulo formado pelas três localidades, também uma referência à mensagem recebida e decifrada pelo nosso competente cientista, Dr. Jodo Pascal Pimentel.