AMAZÔNIA - BRASIL
Ovnis invadem a Amazônia
O aparecimento constante de OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) em toda a região Amazônica, começa a mobilizar a comunidade Ufológica da região, que apesar das dificuldades encontradas na região, não se intimida, pois a divulgação dos aparecimentos é de suma importância para melhor esclarecer o que as autoridades insistem em esconder.
Desta vez foi em Belém, no Pará, onde a equipe do GUPE (Grupo Ufológico de Pesquisa Extraterrestre) estava no local, colhendo informações do senhor Alfredo Mendes, 25, administrador da Igreja São Pedro e São Paulo, na rua Barão de Igarapé-Mirim, no Bairro Guamá, que no dia 18 de abril, presenciou um desses objetos no quintal da paróquia.
Ainda bastante emocionado, Alfredo conta à nossa Equipe , que logo após o pároco deixar a Igreja, por volta de 2h da manhã, indo para a paróquia de Santa Terezinha, onde dorme, ele fechou os portões da Igreja e já estava se dirigindo para o quarto, quando viu uma luz muito forte voando baixo. Na hora pensou que fosse um avião, e chegou a pensar consigo mesmo: "Voando nesta altura, este avião vai acabar batendo".
Porém, o objeto, que voava com rapidez impressionante, se aproximou do quintal da Igreja. Foi então que percebeu que não se tratava de um avião, mas sim de um aparelho em forma de disco, com mais ou menos dois metros de diâmetro, com luzes bastante fortes que focou em sua direção.
Alfredo, que ainda não sabe explicar a sensação que sentiu ao ver de perto o estranho aparelho, relata que na hora só conseguiu gritar por socorro ao amigo que estava dentro do quarto já dormindo, pois o pavor que estava era tão grande que não conseguia abrir a porta, uma vez que estava com o molho de chaves na mão, mas não conseguia achar a chave da porta.
Quando observou a forte luz, que também liberava um intenso calor, haja visto que as suas costas ardiam, como se estivesse próximo a um fogareiro, o amigo Alenquildes, ficou paralisado, sem conseguir também abrir a porta. Só depois de algumas horas, quando o objeto havia desaparecido, é que ele conseguiu.
Alenquildes, então lhe perguntou o que havia acontecido. Foi então que ele, Alfredo, lhe contou que aquela luz viria de um objeto voador.
Descrença
Apesar de ter presenciado o fato, Alfredo conta que a princípio não queria falar sobre o assunto, uma vez que algumas pessoas acreditam e outras não, pois antigamente, era dessas pessoas que não acreditam em discos voadores quando ouvia algum relato.