APOLLO 11
A Apollo 11 pousou na Lua em 20 de julho de 1969.
Enquanto o astronauta
Michael Collins orbitava a Lua no módulo de comando, Neil
Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin faziam explorações
e coletas de material na superfície lunar.
Segundo relatos até hoje não confirmados, o controle
da missão ouviu os dois astronautas referirem-se a uma luz dentro
ou próxima a uma cratera, durante uma transmissão de
TV, seguido de uma requisição ao controle para que esclarecessem
a situação.
A transmissão de TV coast to coast foi interrompida durante
cerca de dois minutos devido a um "aquecimento da câmera",
mas alguns operadores de rádio que conseguiam receber os sinais
de VHF proveniente das comunicações entre a missão
e a Nasa.
Os registros dos sinais do sistema VHS captado em 1969, estabeleceram
a seguinte conversa entre a Apollo 11 e a base da Nasa na Terra:
- O que foi isso? Que diabo foi isso? É só o que eu
quero saber! - Armstrong falava com Aldrin excitadamente, puxando-o
pelo braço.
- O que está havendo aí? A base na Terra perguntava
com ansiedade, entre ruídos de estática: Controle da
Missão chamando Apollo 11.
- Esses bebês são grandes!... Enormes!... Oh, Deus! Vocês
não acreditariam nisso!... Eu estou dizendo a vocês que
existem outras naves por aqui, alinhadas com a parte mais distante
da borda da cratera!... Elas estão na Lua nos observando!...
As informações que se seguem são
desencontradas e nunca nada disso foi confirmado. O controle teria dito aos astronautas
para ignorar o que haviam visto e seguirem com a missão como se nada houvesse acontecido.
Richard Watson, em seu livro "Celestial Raise", 1987, nas páginas
147 e 148 registra uma possível continuação da
conversa descrita acima:
"Durante a transmissão do pouso na Lua houve dois minutos
de silêncio nos quais tanto a imagem como o som foram interrompidos.
A Nasa insistiu que isto aconteceu devido a um super aquecimento de
uma das câmeras de TV, o que interferiu na transmissão.
Esse problema inesperado surpreendeu até mesmo os mais qualificados
espectadores que foram incapazes de explicar como em um projeto de
tão alto custo, um dos elementos mais essenciais poderia não
funcionar".
Algum tempo depois deste pouso histórico, Cristopher Craft, diretor
da base em Houston, fez alguns comentários surpreendentes quando
deixou a Nasa.
O conteúdo desses comentários foi corroborado por centenas
de operadores de rádio amador que haviam conectado seus aparelhos
na mesma frequência que os astronautas estavam transmitindo.
Durante os dois minutos de interrupção, Armstrong, Aldrin
e o controle da Missão censuraram tanto as imagens como o som.
A reprodução do diálogo
entre os Astronautas americanos e o Centro de Controle foi o seguinte:
Armstrong e Aldrin: - São coisas gigantescas. Não, não,
não: isso não é uma ilusão de ótica.
Ninguém vai acreditar nisso!
- Houston (Cristopher Craft): O quê... o quê... o quê?
Que diabo está acontecendo? O que está acontecendo de
errado com vocês?
- Armstrong e Aldrin: - Eles estão aqui sob a superfície.
- Houston: - O que está havendo aí? (ruído). Emissão
interrompida; controle de interferência chamando Apollo 11.
- Armstrong e Aldrin: - Nós vimos alguns visitantes.
Eles estavam por aqui durante um tempo, observando os instrumentos.
- Houston: - Repita a última informação!
- Armstrong e Aldrin: - Eu disse que existem outras naves.
Elas estão alinhadas no outro lado da cratera!
- Houston: - Repitam, repitam!
- Armstrong e Aldrin: - Deixem-nos ajustar esta órbita... em
625 para 5... Transmissão automática conectada... Minhas
mãos tremem tanto que eu não consigo fazer nada.
Filmar? Deus, se as danadas dessas câmeras pegaram alguma coisa...
- Houston: - Vocês pegaram algo?
- Armstrong e Aldrin: - Eu não tinha nenhum filme à mão...
Três tomadas desses discos, ou seja lá o que eles forem,
arruinaram com o filme.
- Houston: - Controle, controle aqui. Vocês estão aí?
O que está acontecendo com esses UFOs?
- Armstrong e Aldrin: - Eles pousaram aqui. Eles estão lá e
estão nos observando.
- Houston: - Os espelhos, os espelhos vocês ajustaram
os espelhos?
- Armstrong e Aldrin: - Sim, eles estão no lugar certo. Mas seja
lá quem for que fez essas naves pode chegar aqui amanhã e
removê-los. De novo e de novo.